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  • Emprego feminino no Brasil: mudanças institucionais e novas inserçoes no mercado de trabalho. Volumen I

  • Lena Lavinas, Francisco León
  • 2002
  • Signatura:LC/L.1776-P/P
  • 79 pp.
  • N.Venta: S.02.II.G.90
  • Series
  • Serie Politicas Sociales Nº60
  • ISBN: 92-1-322067-7
  • ISSN: 1564-4162
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Resumen

Os trabalhos incluidos nestes dois volumes da série recolhem os resultados da investigação desde a perspectiva da influência da empregabilidade sobre a participação da mulher no mercado de trabalho. Francisco León coordenou o estudo sobre a América Latina e Lena Lavinas o caso do Brasil que é usado para situar esta experiência nacional no quadro regional. O primero volume agrupa os trabalhos de alcance global, incluindo o impacto na distribuição da renda, e o segundo as análises das vicissitudes da participação laboral e dos setores bancário e industrial.

No primero trabalho deste volume León analiza em nove países latino-americanos dois dos componentes da empregabilidade feminina: o perfil de idade/responsabilidade e o nível de instrução/renda do domicílio. Destaca as diferenças do perfil de idade/ responsabilidade familiar e das políticas de apoio às trabalhadoras entre os países desenvolvidos e os latino-americanos, e chama a atenção para o peso das diferenças educativas na participação laboral femenina por grupos de renda. Finalmente, se estabelece em que medida os modelos emergentes das reformas econômicas de fins dos anos oitenta e começo dos noventa valorizou as transformações na empregabilidade feminina. Isto facilita ao leitor situar no contexto regional o caso do Brasil que é tratado em ambos volumes.

No segundo trabalho, Lena Lavinas descreve a evolução da força de trabalho feminina nas duas últimas décadas e procura estabelecer correlações acerca das variáveis explicativas do aumento do grau de empregabilidade das mulheres. A questão que guia este trabalho é se a feminização do emprego em tempos de crise econômica e supressão de postos de trabalho, em anos recentes no Brasil, se deve ao aumento do grau de empregabilidade das mulheres. Como as mulheres aumentaram suas vantagens competitivas vis a vis os homens no mercado de trabalho, cabe saber se isso é conseqüência de uma mudança no perfil da força de trabalho feminina ou se é resultado de mudanças nos postos de trabalho criados por essa nova dinâmica de acumulação produtiva.

Finalmente, R. Paes de Barros, Carlos H. Corsueil e D. dos Santos investigam o impacto da forma de inserção das mulheres no mercado de trabalho tanto sobre a distribuição da capacidade de geração de renda como sobre a distribuição de bem-estar na região metropolitana de São Paulo. Em ambos os casos analisam tanto o impacto sobre a distribuição entre as mulheres em idade ativa ou ocupadas, como também sobre a distribuição entre todos os trabalhadores.

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