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Estudo econômico da América Latina e do Caribe 2012. Documento informativo
- 2012
- Signatura:LC/G.2546-P
- 20 pp.
- Informes anuales
Resumen
O volume número 64 do Estudo Econômico consta de quatro capítulos. No primeiro se revisa a evolução econômica da América Latina e do Caribe no primeiro semestre de 2012, no contexto de uma desaceleração do crescimento mundial e de uma elevada incerteza quanto às perspectivas de suas maiores economias. Este contexto incidiu numa moderada redução da expansão da atividade em nível regional, sobretudo por meio do canal comercial. Em geral, o consumo dos domicílios tem sido o principal componente que manteve algum dinamismo da demanda, enquanto um maior investimento ou um aporte positivo das exportações líquidas incidiram em que as economias de vários países continuassem crescendo com taxas elevadas. No capítulo também se revisa como as políticas macroeconômicas se adaptaram a este entorno desfavorável e trataram de ampliar os espaços para políticas orientadas a enfrentar um contexto externo que poderia vir a piorar ainda mais.
No segundo capítulo se analisam as políticas econômicas aplicadas nos países da região no contexto de três situações de adversidade externa, a alta de preços dos alimentos e combustíveis em 2008, a crise financeira mundial, que teve suas maiores conseqüências entre setembro de 2008 e fins de 2009, e a incerteza internacional e a desaceleração do crescimento econômico mundial a partir do segundo semestre de 2011. Mostra-se como a região desenvolveu a capacidade de responder aos diferentes desafios derivados destas situações, embora os espaços para as políticas variem significativamente entre os países.
Um fator-chave para alcançar um crescimento elevado e sustentável e reduzir as vulnerabilidades frente a um contexto externo adverso é o investimento. No terceiro capítulo se revisa a evolução do investimento regional num longo prazo. Para isso se diferenciam seus componentes e se analisa a evolução da poupança para seu financiamento.
As situações de adversidade recente têm destacado não só a necessidade de formular políticas adequadas em nível nacional para enfrentá-las, mas também a importância de fortalecer a capacidade de respostas em nível regional. No quarto capítulo se analisam os desafios e os avanços em quatro áreas relevantes: a resposta contracíclica dos bancos regionais de desenvolvimento, os novos instrumentos para facilitar o comércio intrarregional, as modificações no Fundo de Reserva Regional, e a criação ou o fortalecimento de instâncias de cooperação para o intercâmbio de informação e a formulação de diretrizes compartilhadas por parte de autoridades monetárias ou de finanças públicas.
No segundo capítulo se analisam as políticas econômicas aplicadas nos países da região no contexto de três situações de adversidade externa, a alta de preços dos alimentos e combustíveis em 2008, a crise financeira mundial, que teve suas maiores conseqüências entre setembro de 2008 e fins de 2009, e a incerteza internacional e a desaceleração do crescimento econômico mundial a partir do segundo semestre de 2011. Mostra-se como a região desenvolveu a capacidade de responder aos diferentes desafios derivados destas situações, embora os espaços para as políticas variem significativamente entre os países.
Um fator-chave para alcançar um crescimento elevado e sustentável e reduzir as vulnerabilidades frente a um contexto externo adverso é o investimento. No terceiro capítulo se revisa a evolução do investimento regional num longo prazo. Para isso se diferenciam seus componentes e se analisa a evolução da poupança para seu financiamento.
As situações de adversidade recente têm destacado não só a necessidade de formular políticas adequadas em nível nacional para enfrentá-las, mas também a importância de fortalecer a capacidade de respostas em nível regional. No quarto capítulo se analisam os desafios e os avanços em quatro áreas relevantes: a resposta contracíclica dos bancos regionais de desenvolvimento, os novos instrumentos para facilitar o comércio intrarregional, as modificações no Fundo de Reserva Regional, e a criação ou o fortalecimento de instâncias de cooperação para o intercâmbio de informação e a formulação de diretrizes compartilhadas por parte de autoridades monetárias ou de finanças públicas.
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Economic Survey of Latin America and the Caribbean 2012. Briefing paper
Economic Survey of Latin America and the Caribbean 2012. Briefing paper
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