(11 de janeiro de 2008) A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) e a Fundação W.K. Kellogg lançam a quarta versão do Concurso Anual Experiências em Inovação Social.
As inscrições estão abertas até 25 de janeiro de 2008.
A expectativa é encontrar iniciativas com verdadeiro impacto social nas vidas dos mais desprotegidos, e modelos sustentáveis e de fácil implantação onde exista participação dos beneficiários. Estas características são consideradas ferramentas-chave para a superação da pobreza, da desigualdade e da exclusão social.
O concurso envolve experiências em oito áreas: saúde comunitária, educação básica, programas de juventude, geração de renda, responsabilidade social corporativa, voluntariado, desenvolvimento rural/agrícola e segurança alimentar/nutrição.
Podem participar iniciativas de governos estaduais e municipais; de associações comunitárias e religiosas; de organizações não governamentais e de outras instituições do setor privado sem fins lucrativos. As empresas privadas podem participar na categoria de responsabilidade social corporativa.
Os projetos participantes devem ter pelo menos dois anos de trabalho efetivo, estar em funcionamento e desenvolver-se em um dos 33 países membros da CEPAL na América Latina e no Caribe. As iniciativas apresentadas nos ciclos anteriores podem voltar a participar.
Os formulários para a inscrição estão disponíveis na página da CEPAL (http://www.cepal.org/) e no site do escritório regional para a América Latina e o Caribe da Fundação Kellogg (http://www.wkkf-lac.org/). Também podem ser solicitados pelo e-mail: innovacion.social
cepal.org
Os prêmios serão de 30.000 dólares (primeiro lugar); 20.000 dólares (segundo lugar); 15.000 dólares (terceiro lugar); 10.000 dólares (quarto lugar); e 5.000 dólares (quinto lugar).
O primeiro colocado no ano passado foi um projeto brasileiro que reduz a mortalidade de mães e crianças em risco; o segundo foi uma fundação boliviana que facilita o alojamento de meninos e meninas que vivem em zonas rurais distantes das escolas; o terceiro, uma comunidade equatoriana que aproveita e usa sustentavelmente seus recursos naturais; o quarto, uma associação de pequenos agricultores da floresta amazônica brasileira. O quinto lugar foi dividido entre um programa de erradicação do trabalho infantil doméstico em Belo Horizonte, Brasil, e outro de prevenção da violência nas escolas, em Bariloche, Argentina.