| Transmissão de vídeo digital: Português - Espanhol (16 de novembro, 2007) Os Programas de Transferências Condicionadas contra a pobreza - que incrementam o capital humano e acabam com a transmissão da miséria de geração a geração - têm sido aplicados durante a última década na maioria dos países latino-americanos. Estes programas enfocam o manejo dos riscos sociais aos quais grupos mais vulneráveis pela escassez de recursos estão expostos, mediante a concessão de benefícios sujeita, por exemplo, à permanência das crianças na escola ou ao uso de serviços preventivos de saúde e nutrição. Qual a experiência destes programas na América Latina? Quais são os resultados apresentados e as expectativas geradas? Estas são algumas perguntas que serão discutidas no Seminário Internacional Evolução e Desafios dos Programas de Transferências Condicionadas, organizado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) junto com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), do Governo Brasileiro, que será realizado nos dias 20 e 21 de novembro, no Auditório do IPEA, em Brasília (Edifício BNDES, Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco J, Brasília, DF). O encontro, auspiciado pela Agência de Cooperação Técnica -GTZ do Governo da Alemanha, será aberto na terça-feira, 20 de novembro, às 09h30m, por Márcia Lopes, Secretária-Executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome do Brasil; Ingrid Hoven, Diretora Geral de Cooperação com Países e Regiões; Ásia; América Latina; Europa; Construção da Paz e Nações Unidas do Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha.; Renato Baumann, Diretor do Escritório da CEPAL no Brasil; e Marcio Pochmann, Presidente do IPEA. As palestras apresentarão as diferentes experiências dos países, como a brasileira, com o Bolsa Família, programa de transferência direta de renda com condicionalidades (tais como: freqüência escolar, vacinação, assistência pré-natal) que beneficia famílias pobres e extremamente pobres. Também serão apresentadas as experiências da Colômbia (Familias en Acción); do Chile (Chile Solidario); e do México (Oportunidades). Todos estes programas dão ênfase ao capital humano, a fim de romper a transmissão da pobreza de uma geração à outra; a criação de uma institucionalidade social, melhorando a coordenação, a integração intersetorial, a transparência e avaliação dos programas; e a abertura de espaço para a participação da sociedade civil. Autoridades dos ministérios e das instituições de desenvolvimento e proteção social brasileiras e dos países convidados, bem como os especialistas que participarão do seminário, terão a oportunidade de conhecer e debater as experiências dos Programas de Transferências Condicionadas de países da região, da China e da Índia. |